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Os gargalos enfrentados pelos apicultores do extremo sul baiano e as perspectivas para o setor no médio e longo prazo foram abordados no I Seminário de Apicultura do Extremo Sul da Bahia, que foi realizado em Eunápolis, nesta sexta-feira, dia 25, em um hotel da cidade.
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O evento reuniu cerca de 50 produtores associados às associações de apicultores da região, além de técnicos ligados ao setor, órgãos do governo estadual e entidades que organizam esse segmento econômico, como a FAEB/SENAR, SEBRAE, CEPLAC, os sindicatos dos Produtores Rurais de Eunápolis e Itabela, e secretarias de Agricultura de municípios da microrregião.
O tema, “Oportunidades e Desafios”, retrata a situação vivida por esse setor produtivo regional atualmente, detentor de um grande potencial, mas que não o desenvolve como poderia. Isso em razão de gargalos que prejudicam o seu pleno desenvolvimento.
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“Temos um grande potencial, uma produtividade que é a maior da Bahia, mas não conseguimos crescer. Precisamos mudar essa realidade.” Reclama Idalício Viana, produtor de mel que foi também palestrante no evento.
Os principais entraves citados nas três palestras e na mesa redonda foram a falta de organização dos próprios apicultores, o não funcionamento dos entrepostos existentes e a falta de crédito. Palestrantes, apicultores, convidados e organizadores opinaram e debateram esses temas, de forma a se chegar a alguns entendimentos que foram reunidos num documento que será encaminhado às secretarias de Agricultura, e Planejamento do Estado da Bahia, visando obter apoio para superá-los.
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A entrega do documento à pasta de Planejamento foi informada ao próprio secretário, Zezéu Ribeiro, que, estando em Eunápolis compareceu ao Seminário, fazendo o pronunciamento de encerramento.
Para Eliana Menezes, presidenta do Sindicato dos Produtores Rurais de Eunápolis, organizador do evento, o seminário “foi muito produtivo, pois conseguimos reunir as demandas que são responsáveis pelos entraves da apicultura e, com isso, podemos resolvê-las”.