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A Chapada Diamantina sediou, pela quarta vez consecutiva, na semana passada (19 a 26), o Brasil Ride, competição internacional de ciclismo sediada em Mucugê. Os atletas completaram por 565 quilômetros de percurso com 12.240 metros de subidas e passaram por 14 municípios da região. Cada dia de prova teve em média 80 a 100 quilômetros pelos caminhos abertos no garimpo de diamantes do século 18.
O maior evento de ciclismo das Américas atraiu desde campeões mundiais, olímpicos até amadores, profissionais e estreantes, que curtem o esporte. Durante a corrida, eles se depararam com serras, rios e a vegetação exuberante, composta de espécies da caatinga semiárida e da flora serrana. Alguns atletas prometeram voltar à região para fazer turismo, a exemplo do campeão da categoria Open, principal do Brasil Ride, Henrique Avancini.
“A Chapada proporciona pra gente uma coisa muito especial, que é viver a essência do mountain bike. A região, a natureza do local, os moradores, tudo isso faz este lugar ser especial, faz com que a gente sinta vontade de retornar e conhecer melhor essa belíssima região”, afirmou Avancini.
Mas não foram apenas os atletas que se encantaram com a beleza da Chapada Diamantina. Admiradores do esporte aproveitaram o período da competição para também visitar a cidade.
Durante os sete dias da prova, Mucugê ficou lotada de turistas. Só o Brasil Ride levou para a cidade mais de mil pessoas entre ciclistas e pessoal da equipe, como mecânicos, treinadores, cozinheiros e suporte técnico. Segundo o organizador e idealizador da prova, Mario Roma, além da mão de obra que acompanha a equipe de ciclistas em todas as competições, foram contratadas pessoas da região para dar apoio aos ciclistas durante o trajeto.
Por causa do evento, hotéis e pousadas de Mucugê e cidades adjacentes estavam lotados, a exemplo da pousada de Luzia Oliveira, que comporta 29 pessoas, mas tinha 70 hóspedes.
Com informações da Secom/BA