EUA ANIQUILAM BUNKERS SECRETOS DO IRÃ

Por: Redação
11/03/2026 - 21:54:53

Bombas antibunker devastadoras e bombardeiros B-2 teriam destruído cidades subterrâneas de mísseis iranianos

Uma série de ataques militares atribuídos aos Estados Unidos teria atingido duramente instalações estratégicas do Irã, incluindo complexos subterrâneos usados para armazenamento e lançamento de mísseis balísticos. Segundo informações divulgadas em análises militares e comentadas pelo almirante Brad Cooper, chefe do United States Central Command, as operações teriam provocado danos significativos à infraestrutura militar iraniana.

De acordo com os relatos, os Estados Unidos teriam realizado milhares de ataques contra alvos ligados à capacidade de ataque do Irã, incluindo plataformas de lançamento de drones e depósitos de armamentos. A destruição desses pontos estratégicos teria reduzido drasticamente a capacidade iraniana de realizar ataques com drones e mísseis.

No centro dessas operações estariam os bombardeiros furtivos Northrop B-2 Spirit, aeronaves projetadas para penetrar sistemas avançados de defesa aérea e atacar alvos altamente protegidos. Esses bombardeiros teriam sido utilizados para atingir complexos subterrâneos que funcionavam como verdadeiras “cidades de mísseis”, construídas pelo Irã para proteger seu arsenal estratégico.

Ataques contra instalações subterrâneas

Segundo relatos militares, no dia 5 de março dois bombardeiros norte-americanos teriam lançado dezenas de bombas penetradoras contra lançadores de mísseis balísticos profundamente enterrados. Esses ataques teriam como objetivo destruir não apenas os mísseis armazenados, mas também as instalações de lançamento e parte da capacidade de produção militar iraniana.

 

As operações teriam ocorrido após ordens diretas do então presidente Donald Trump, com a missão de neutralizar a infraestrutura de mísseis do país. Analistas militares apontam que esse tipo de ação representa uma tentativa de desmontar sistematicamente a doutrina militar baseada na dissuasão por mísseis.

O Irã, que teria um estoque estimado em cerca de 2.500 mísseis, acreditava que sua extensa rede de bases subterrâneas garantiria segurança contra ataques externos. No entanto, a capacidade tecnológica dos armamentos utilizados pelos Estados Unidos teria colocado essa estratégia em xeque.

A bomba antibunker usada nos ataques

Embora poucos detalhes oficiais tenham sido divulgados, especialistas apontam que as bombas utilizadas provavelmente pertencem à família BLU‑109 bunker buster, frequentemente integradas ao sistema de guiagem da GBU‑31 Joint Direct Attack Munition (JDAM).

Esse tipo de armamento foi desenvolvido especificamente para destruir alvos fortificados ou enterrados profundamente no solo. A bomba pesa cerca de 900 kg e possui um invólucro de aço extremamente resistente, capaz de penetrar concreto e rochas antes de detonar.

Quando equipada com o kit JDAM, a bomba passa a ser guiada por GPS, permitindo que aeronaves a lancem a dezenas de quilômetros de distância do alvo — aproximadamente 24 km — aumentando a segurança do avião atacante.

Após penetrar no solo ou em estruturas subterrâneas, a ogiva explosiva é acionada, causando uma poderosa detonação interna que destrói instalações, túneis e depósitos militares. O impacto normalmente provoca colapsos estruturais e grandes crateras, tornando os locais inutilizáveis.

Consequências estratégicas

Caso os danos relatados sejam confirmados, os ataques podem representar um golpe significativo na capacidade de resposta militar iraniana. A destruição de lançadores, depósitos e instalações de produção comprometeria não apenas o arsenal atual, mas também a reposição futura de mísseis.

Especialistas em defesa destacam que as bases subterrâneas eram consideradas um dos pilares da estratégia militar iraniana. Projetadas para resistir a bombardeios convencionais, elas buscavam garantir a sobrevivência do arsenal mesmo em caso de conflito direto.

No entanto, a evolução das bombas penetradoras e da tecnologia de guiagem de precisão mostra que até mesmo estruturas profundamente enterradas podem se tornar vulneráveis.

Fonte:
informações baseadas na transcrição do vídeo publicado pelo canal O Show Militar.

 

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