Joaldo é condenado a 19 anos de prisão

Por: NossaCara.com
17/11/2009 - 01:15:36

Por: Teoney Guerra

Julgado e condenado hoje, em Eunápolis, Joaldo Assunção Borges, o sexto acusado do bárbaro assassinato cometido no início de 2007, no bairro Gusmão, que vitimou Euclides Ribeiro Nascimento, ex-funcionário do Motel Antártida. Euclides desapareceu na noite de 26 de janeiro, depois de sair do trabalho por volta das 22 horas e ir para sua casa, permanecendo sumido até o dia 17 de abril, quando a Polícia Civil prendeu seis pessoas, quatro de uma mesma família, acusadas de tê-lo assassinado.

O delegado Moisés Damasceno, responsável pela investigação, apurou que o crime fora cometido por Joaldo, pela ex-esposa da vítima, Ides Paula Cruz, seu pai Paulo Gomes de Almeida, o irmão Israel Cruz de Almeida e a irmã Ísis Paula C. de Joaldo sentado em primeiro plano de camisa verdeAlmeida. Segundo ainda o delegado, o assassinato de Euclides teria sido iniciado com uma sessão de tortura, que teria ocorrido na noite de 26 de janeiro, iniciado na casa da sua ex-esposa – para onde fora atraído com um telefonema -, e terminado na zona rural do município de Guaratinga, distante cerca de 60 quilômetros de Eunápolis, após outra sessão de pancadas, murros chutes, coronhadas e tiros de revólver. Joaldo e Ides seriam amantes, e teriam tramado juntos a morte de Euclides, ex-marido de Ides.

O crime bárbaro chocou Eunápolis e toda a microrregião, e teria sido desvendado em razão de Joaldo ter tentado ameaçar o delegado com mensagens via web, tentando dissuadi-lo de apurar o crime.  

O JULGAMENTO

No julgamento que transcorreu durante todo o dia de ontem, só terminando aos 30 minutos de hoje, a defesa sustentou a tese da inocência de Joaldo. Segundo o advogado Jailson Rocha Ciqueira, todas as acusações feitas ao seu cliente não passam de armação da família de Ides, que teria envolvido Joaldo, cuja única participação no crime, teria sido dirigir o veículo que levou a vítima para o município de Guaratinga. Já o promotor de Justiça, Dinalmari Mendonça Messias, acusou o réu de ter participado de todas as fases do assassinato, e ter cometido os crimes de sequestro, assassinato e ocultação de cadáver.

CONDENADOS


Joaldo foi o último dos acusados a ser julgado, e pegou 19 anos de prisão. Este ano, Ides foi condenada a 19 anos de cadeia, o seu pai, o irmão e a irmã, há 17 anos e Darlan Pinto da Silva –empregado da Astell, empresa de Joaldo -, a 15 anos, todos em regime fechado.  

O advogado de defesa afirmou que o Júri decidiu contra as provas, por isso, a defesa vai recorrer.

O Juiz Dr. Otaviano que presidiu o julgamento O promotor Dr. Dinalmari que atuou na acusação

 

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