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Estamos nos últimos dias de 2016 e em meio a festas e presentes me pergunto se realmente temos razões para festejar.
Tantas coisas aconteceram e passivamente testemunho o silêncio de um povo omisso procurando um novo herói.
Parece que não nos cansamos do engano, mentiras e fracassos e como resposta somos representados por políticos que já não se preocupam em legislar ou executar pois estão empenhados em salvar sua própria pele. E temo por minha parcela de culpa que é o meu voto.
É no meio do caótico cenário que surge um clamor por mais conhecimento, mais cidadania, mais entendimento, mais verdade.
Afinal eu pergunto: Existe algo mais libertador que o pensamento, o entendimento e o aprendizado¿
E como um dia surgiu Madre Tereza de Calcutá, Martin Luther King e Tiradentes, hoje vivenciamos o surgimento de Sérgio Moro como aquele que acredita nos princípios como a base da sociedade.
Não quero discutir aqui questões políticas, sociais ou filosóficas mas creio que de tempos em tempos, para reflexão, transformação e inquietação moral, surge alguém para nos motivar à uma autoanálise do quanto contribuímos ou, de forma omissa, permitimos transformar o ambiente em que vivemos em algo bem diferente do que idealizamos.
O que transforma nossa comunidade, cidade, estado e nação em um ambiente seguro e moralmente decente é, primeiramente, a minha atitude e então as atitudes conjuntas e é nesse contexto que vejo Sérgio Moro trazer a alma as inquietudes da vida no que diz respeito a moralidade, ética, verdade e amor.
Para 2017 desejo muita verdade, menos ambição, mais igualdade e PRINCIPALMENTE clareza de pensamento. Pois é no conhecimento que somos libertos.
E livres podemos formar não só opinião, mas uma nação mais justa, a começar por mim e por você. Em 2017 pense nisso. Feliz tudo novo, de novo.
Graça e paz.
Por: Ediméia Gonçalves